Conheça os principais direitos e deveres do PCD em viagens

 

Se você é ou conhece uma pessoa com deficiência e está planejando viajar de avião sozinho, ou com um PCD, acompanhe este artigo e conheça os principais direitos e deveres nestes casos.

Conforme o último censo divulgado em 2010 pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existem mais de 46 milhões de pessoas com deficiência no Brasil. E, assim como qualquer outra pessoa no mundo, essas pessoas levam vidas normais trabalhando, estudando e viajando.

No entanto, as informações ou acessos nem sempre são satisfatórias para as pessoas com deficiência, especialmente quando o assunto são seus deveres e direitos. Por isso, criamos este artigo para explicar um pouco melhor como eles funcionam. Assim você poderá se preparar melhor para a sua viagem.

Conheça os principais direitos e deveres das pessoas com deficiência em viagens

  1. Assistência durante a viagem

É de responsabilidade da companhia aérea oferecer assistência a pessoa com deficiência para que o embarque e o desembarque dela seja feito, sua bagagem seja armazenada e uma assistência em relação à locomoção no portão de embarque e desembarque aconteça.

  1. Independência do PCD

Para que uma pessoa com deficiência tenha o direito de viajar sozinha é preciso que ela tenha independência em relação à realização de suas refeições, ao uso do banheiro, a aplicação de medicamentos (caso necessário) e ao uso da máscara de oxigênio, dentro do avião.

  1. Número limitado de passageiros

Por questões de segurança, as empresas aéreas costumam limitar o número de passageiros PCD entre 3 e 5 por voo, dependendo sempre da distância da rota. É preciso estar atento, pois neste número estão inclusos os PCDs que viajam sozinhos e os que viajam acompanhados de um cuidador.

  1. Cães guias podem embarcar

As pessoas com deficiências visuais podem embarcar com seus cães guias. É preciso apenas que eles apresentem os documentos necessários para comprovar o treinamento e a boa saúde do animal.

  1. Cadeiras de rodas e equipamentos de locomoção viajam na cabine

Tanto as cadeiras de rodas como os demais equipamentos de locomoção, como bengalas, muletas, andadores, etc., podem viajar dentro da cabine. O único impedimento é em relação ao espaço interno da aeronave e o tamanho do equipamento. Caso ele não caiba dentro da cabine, ou não, seja seguro transportá-lo desta maneira, ele deverá ser despachado.

  1. Direito a igualdade no atendimento e conforto

É de responsabilidade dos aeroportos oferecer acesso a todo e qualquer serviço que seja necessário às pessoas com deficiência, igualmente aos demais usuários. É obrigação da administração do aeroporto promover a integridade moral e física dos passageiros.

  1. O passageiro deve passar todas as informações corretamente

É de inteira responsabilidade do passageiro informar corretamente a companhia aérea o seu tipo de deficiência e quais são suas necessidades de ajuda, sempre no ato da compra da passagem.

  1. É importante que o PCD esteja atento aos detalhes

Outra coisa importante e de responsabilidade da pessoa com deficiência é que ele esteja atento aos detalhes. É fundamental que ele sempre visite o site da companhia aérea para se informar sobre possíveis franquias de bagagem. Além disso, é muito importante que ele possa contar com um seguro viagem para deficiente físico, que garantirá sua integridade física durante todo o trajeto de ida, volta e os dias fora de casa, caso ocorra qualquer imprevisto.

Agora que você sabe os principais direitos e deveres de pessoas com deficiência física ao viajar de avião, ficará muito mais fácil planejar a sua viagem sozinho, com um amigo, ou familiar. Boa diversão!

 

Por Jeniffer Elaina, do SeguroViagem.org

 

Futebol de amputados permite inclusão social

 

 

O futebol de amputados ainda é uma modalidade pouco conhecida no Brasil e não apresenta relações com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), responsável por gerir não só a seleção, mas também as quatro principais divisões nacionais, as quais apresentam um total 128 clubes. A modalidade é filiada à ABDDF (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Físicos), que não possui recursos financeiros próprios para auxiliar os 22 clubes existentes, conforme explica Willian Leite, coordenador de um time em Campinas que tem parceria com a Ponte Preta. “A entidade nos ajuda com a organização dos campeonatos, mas em relação aos custos com as agremiações nos torneios não”, conta

Na região de Campinas, a modalidade começou graças a Maurício Mendes, o Juninho, idealizador e atualmente jogador no projeto. Desde que nasceu, o rapaz possui uma deficiência chamada fêmur esquerdo curto congênito, mas que não o impediu de jogar bola com os irmãos e amigos na infância. Nota-se que ele é o mais popularizado com o esporte por conta de seu controle de bola e facilidade na corrida e manuseio das muletas.

A prática começou há seis anos, quando viajava nos fins de semana para Mogi das Cruzes, no interior do estado. No entanto, o cansaço e os gastos, que ‘pesavam’ no orçamento, fizeram com que o rapaz parasse de ir frequentemente. “Foi então que pensei na possibilidade de montar uma equipe”, conta. Inicialmente, o projeto recebeu o nome de Cosmocity, porém isso mudou pela parceria realizada com a Ponte Preta no ano passado.

É uma novidade para quem vê o esporte pela primeira vez. À medida que se avista o verde e sintético gramado do Centro de Treinamento Zoom, localizado no Jardim Morumbi, a cena pode até certo ponto parecer estranha. São 12 jogadores que usam o segundo uniforme da Macaca: a camisa preta com listra branca na vertical e o calção escuro que se destacam em meio ao alviverde do campo. Os atletas se equilibram em apenas uma perna com o auxílio de duas hastes de alumínio, popularmente conhecida como ‘muletas’, as quais não podem tocar na bola. Caso isso aconteça, o apito, capaz de ser ouvido a vários metros de distância, é soprado por Césão, professor de Educação Física e treinador voluntário há um ano, que provavelmente não deve ultrapassar os 30 anos de idade, para sinalizar a invalidade da jogada.

Césão dá as instruções para os jogadores e simula em movimentos lentos o que é necessário ser feito. Ele precisa fazer adaptações aos treinamentos por conta das deficiências dos atletas, que sentem dificuldade para executar os exercícios propostos no que diz respeito a melhora do controle de bola, movimentação lateral, coordenação e agilidade. Juninho aponta o uso das muletas, assim como a adaptação a elas, como principal complexidade no processo, mas que se trata de duas coisas que melhoram com o tempo e a prática.

Um problema pode ser percebido longe dos gramados. O coordenador do projeto, Willian, faz anotações em uma prancheta: os rabiscos eram referentes à adesivos com o escudo do time e rifas, que tinham como prêmio duas camisas autografadas por jogadores do elenco principal da Ponte Preta. O valor arrecadado serviria para ajudar nos custos da viagem do time de amputados para Cosmópolis-SP, onde foi disputada a Copa do Brasil da modalidade entre os dias 28 de abril e um de maio. Essas foram as alternativas encontradas para gerar receita ao time, que não recebe verba oriunda de patrocinadoras. “Infelizmente, ainda é pouco divulgada. Os jogadores vêm mais pela oportunidade de praticarem um esporte, porque não ganham nenhum tipo de salário e possuem outras profissões no dia-dia”, explica

Apesar das dificuldades encontradas, principalmente em aspectos econômicos, o principal objetivo do futebol de Campinas tem sido alcançado, conforme conta Juninho. Segundo ele, a ideia é proporcionar que os amputados consigam se reinserir na sociedade como um todo, não apenas no que diz respeito à prática de um esporte. “Precisamos mostrar que, mesmo com as limitações que nos foram impostas, somos capazes de superá-las e que a vida não termina por conta de um trauma. Essa sensação de saber que é capaz e o amor de praticar um esporte como o futebol, maior paixão desse planeta, são inigualáveis”, afirma.

Os pontos positivos de se praticar uma modalidade esportiva também são perceptíveis na relação familiar e na maneira como os deficientes são vistos pela sociedade, já que a intenção deles é não passar uma imagem de ‘coitadinhos’, mas sim de pessoas as quais querem superar barreiras impostas pela vida. “Com certeza, aqui aprendi mais que ensinei, mesmo sendo o professor”, disse Césão com a satisfação escancarada na expressão de seu rosto.

Para Willian, a tendência é que o futebol para amputados se popularize no Brasil com o passar dos anos. Dos quatro clubes considerados como os principais do estado no profissional, apenas o Palmeiras não tem um time na modalidade. Corinthians, Santos e São Paulo já formaram seus elencos e disputam o Campeonato Paulista. O coordenador agradece que reportagens sobre o tema estejam sendo feitas, pois esse é outro método para expandir a atividade. “Tenho certeza que estamos no caminho certo. Queremos que, em breve, o futebol para amputados se torne popular no país”, completou.

Modelo desfilará no Miss Itália com prótese na perna

 

Uma história de superação marcará a próxima edição do Miss Itália. A jovem Chiara Bondi, de 17 anos, desfilará na passarela do concurso com uma prótese na perna esquerda, amputada após um acidente de trânsito em julho de 2013.

A garota, segundo o jornal “Leggo”, pediu para participar do Miss Itália a Patrizia Mirigliani, organizadora do evento, que viu nela “um importante símbolo de esperança e renascimento”.

Mirigliani promove no concurso “uma beleza sem fronteiras”, e deficiência, ela explica, “é um sinônimo de uma feminilidade ferida e redimida”. Aluna matriculada na escola clássica e barista sazonal em Tarquinia, sua cidade natal, Chiara se inscreveu nas seleções regionais do Miss Itália.

“Você participa de um concurso de beleza para vencer, mas meu principal objetivo é passar uma mensagem aos jovens, para eles saberem como defender suas vidas, sempre dando-lhes uma nova oportunidade”, afirmou Chiara.

“Pratico canoagem, windsurfe, escalo pedras e nado embaixo d’água, mas nunca pensei que seria capaz de desfilar na Miss Itália com meus maravilhosos saltos altos”, acrescentou.

Ainda de acordo com Chiara, o concurso oferece a ela a oportunidade de transmitir sua coragem “para um público mais amplo possível, para compartilhar uma experiência pessoal que mostre que, mesmo com uma deficiência, a vida poder ser levada normalmente, envolvendo-se em esportes, no amor e, por que não, em um concurso de beleza”.

Juntamente com um jovem de 26 anos, Lorenzo Costantini, que perdeu uma perna em um acidente no trabalho, Chiara coloca essas ideias em prática em encontros com estudantes das escolas de Roma e Viterbo para eles conhecerem sua história inspirada pela vontade e determinação.

Os dois se juntaram ao projeto “SuperAbile”, concebido por um vereador de Bassano Romano, Alfredo Boldorini, enquanto em 15 de julho é comemorado em toda a Itália o Dia do Orgulho das Pessoas com Deficiência.

 

 

Fonte: Universia

Conheça 8 sites de emprego para pessoas com deficiência

 

Conquistar uma vaga de emprego não é tarefa fácil: a concorrência é grande, as vagas são poucas e, em muitos casos, o nível dos concorrentes é altíssimo.

Nesse contexto, conseguir um emprego para pessoas com deficiência é, muitas vezes, ainda mais difícil, devido ao preconceito, à necessidade de adaptação ao ambiente, à acessibilidade, entre outros fatores.

Qual a realidade brasileira?

No Brasil, desde 2004, a Lei da Inclusão Social obriga empresas que tenham mais de cem funcionários a destinar de 2% a 5% de suas vagas de emprego a pessoas com deficiência.

Além de cumprir a lei, algumas organizações apresentam uma cultura construtiva em questão do respeito às diferenças, priorizando a inclusão de todos. Isso se reflete no aumento do número de vagas para profissionais com deficiência.

Em algumas empresas existem programas específicos para incentivar a interação entre os colaboradores, assim como cursos preparatórios para receber os novos colegas, e demais formas de tornar a empresa acessível e um lugar amigável para trabalhar.

A popularização da Internet e a inclusão digital têm oferecido diversas oportunidades para quem busca uma colocação no mercado. Atualmente, há um bom número de sites que oferecem vagas específicas para pessoas com deficiência, com banco de currículos e artigos sobre o assunto.

Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, os principais sites de emprego para pessoas com deficiência e suas particularidades. Boa leitura!

Quais os melhores sites de emprego para pessoas com deficiência?

1. Deficiente Online

Considerado um dos maiores sites de emprego para pessoas com deficiência, o Deficiente Online oferece vagas e um banco de currículos específicos para esses profissionais.

Estão cadastradas no site mais de mil grandes empresas que anunciam, periodicamente, vagas para pessoas com deficiência em todos os estados brasileiros.

Os interessados podem acessar o site e fazer o cadastro de seu currículo gratuitamente, além de realizar pesquisas e se candidatar para vagas do seu interesse. O site Deficiente Online ainda é parceiro do portal Vagas PCD.

2. Emprego PPDS

O portal Emprego PPDS é exclusivo para o anúncio de vagas destinadas a pessoas com deficiência.

Criado com o objetivo de desenvolver oportunidades e dar suporte à inclusão de profissionais com deficiência no mercado de trabalho, o site oferece diversas vagas de emprego e um banco de currículos para empresas interessadas em contratar esses profissionais.

O Emprego PPDS oferece um ambiente específico para cadastro de currículos, busca por vagas e um espaço para que diferentes organizações possam anunciar suas oportunidades de emprego.

3. Pessoas com Deficiência

O site Pessoas com Deficiência, além de divulgar vagas de emprego para pessoas com deficiência, é também um portal de notícias e de artigos relacionados ao tema.

No link “Vagas e Emprego para PCD”, o usuário pode, além de cadastrar o seu currículo, fazer uma busca por oportunidades preenchendo campos específicos de localização, setor e até mesmo tipo de deficiência.

O site possui parcerias com grandes e médias empresas que atuam em todo território nacional.

4. Vagas.com

Vagas.com é uma das mais conhecidas empresas de recrutamento via internet. Com 19 anos de atuação no mercado, o site é líder em seu setor no Brasil e possui uma página específica para anúncios e vagas de emprego para pessoas com deficiência.

Ao acessar as vagas para pessoas com deficiência, o usuário encontra uma série de oportunidades de emprego anunciadas por empresas de diferentes tamanhos. No site é possível filtrar as vagas por localização, área de atuação e nível do candidato.

A Vagas.com possui mais de 2.500 empresas cadastradas e mais de 12 milhões de currículos disponíveis em seu banco. Além disso, a ferramenta é 100% gratuita para os candidatos a uma oportunidade de emprego.

5. Emprega PCD

O site Emprega PCD oferece diversas oportunidades de emprego e de estágio para pessoas com deficiência de todo o país. Além disso, as empresas interessadas podem anunciar suas vagas enviando um e-mail diretamente para [email protected]

Já os profissionais em busca de recolocação podem cadastrar gratuitamente seu currículo e a partir de então se candidatar diretamente nas vagas anunciadas no site. Há, também, a possibilidade de solicitar o envio das novas vagas por e-mail.

6. Oportunidades Especiais

O site Oportunidades Especiais é um dos mais importantes projetos de empregabilidade para pessoas com deficiência.

A plataforma oferece vagas exclusivas para esses profissionais e proporciona outros serviços, como o envio de vagas pelo WhatsApp, divulgação de vagas em estandes montados em shoppings de todo o país, entre outras ações.

Para ter acesso às vagas é preciso cadastrar o currículo e então conhecer as diversas oportunidades oferecidas por grandes empresas. O site divulga também o seu calendário de ações em shoppings.

Outros serviços que podem ser encontrados no site são: cursos de capacitação para recursos humanos, orientação e suporte on-line, curadoria de currículo, entre outros.

7. Vagas Inclusivas

Vagas Inclusivas é uma ferramenta de recrutamento e seleção de pessoas com deficiência para oportunidades de emprego.

Em funcionamento desde 2012, o site auxilia os profissionais de recursos humanos a gerenciar os processos de seleção e encontrar profissionais qualificados para preencher as vagas em suas empresas.

O candidato deve preencher um cadastro e então pode buscar vagas por meio de campos de pesquisas específicos como: área ou cargo desejado e localização.

8. Rede Cidadã

Criada em 2002, a Rede Cidadã é uma organização não governamental sem fins lucrativos que investe no trabalho social.

Há alguns anos, a Rede criou o projeto “Rede Inclusiva”, que capacita, insere e acompanha o profissional com deficiência no mercado de trabalho. Interessados podem acessar o site e preencher um formulário. A própria equipe da Rede Cidadã entrará em contato com o candidato.

O crescimento no número e na visibilidade de sites de emprego para pessoas com deficiência colaboram diretamente com o aumento da socialização e da visibilidade desses profissionais.

Porém, mesmo com a Lei da Inclusão Social e o aumento de vagas de emprego para pessoas com deficiência, ainda é preciso contribuir para o bem-estar desses profissionais dentro das empresas, com programas de capacitação e incentivos.

A nossa dica é que você compartilhe este artigo em suas redes sociais e, também, com amigos que possam se interessar tanto pela busca de uma oportunidade quanto em divulgar uma vaga de emprego para pessoas com deficiência. O que acha?

Fonte: Blog Freedom

Competição na Itália marca volta do triatleta Marcelo Collet

 

Neste sábado, 30 de junho de 2018, a Seleção Brasileira de triatlo participa da etapa de Isseo do World Paratriathlon Series, o circuito mundial da modalidade. A competição marca a volta do triatleta Marcelo Collet, da classe PTS4, que, no ano passado, fez uma cirurgia de amputação abaixo do joelho por indicação médica, após meses com um ferimento sem cicatrização. Nesta etapa do circuito mundial, o Brasil ainda contará com Fernando Aranha (PTWC), Carlos Viana (PTS5), Jorge Fonseca (PTS4) e André Barbieri (PTS2).

Aos 17 anos, Collet foi atropelado e ficou com sequelas na panturrilha esquerda. Durante a temporada passada, feriu o pé esquerdo, onde tinha menos sensibilidade e, após análise médica, decidiu amputar a perna no meio da panturrilha (transtibial), para melhor qualidade de vida e rendimento esportivo. A cirurgia aconteceu em outubro de 2017 e, com apenas seis meses de cirurgia, Collet participou de sua primeira competição, pela natação, durante a etapa regional norte-nordeste do Circuito Loterias Caixa, em Aracaju, Sergipe.

No mês passado, ele também disputou o campeonato baiano de triatlo, em Salvador, evento que serviu como teste para o atleta. “Essa competição foi para testar as próteses, a transição e deu tudo certo. Na Itália, darei o meu melhor, mesmo sem estar na minha melhor fase e ainda em adaptação à prótese de corrida. Estou bem ansioso e feliz por poder voltar a competir internacionalmente”, comentou o triatleta de 37 anos.

Marcelo começou no paradesporto como nadador e é dono de oito medalhas (duas de ouros, duas de prata e quatro de bronze), conquistadas nos Jogos Parapan-Americanos de 2003 e 2007. Em 2010, com duas participações em Jogos Paralímpicos (Atenas 2004 e Pequim 2008), tornou-se o primeiro paratleta a atravessar o Canal da Mancha.

Collet e a delegação brasileira estão em Portugal desde o dia 23 deste mês para treinamentos. “Estamos em um centro de treinamento muito bom, ajustando as últimas coisas para as competições. Temos duas etapas do circuito mundial e eu vou brigar por uma vaga na grande final, em setembro, na Austrália”, afirmou. Após a etapa de Isseo, a equipe retorna a Portugal para mais uma preparação intensa visando a etapa do circuito mundial de Edmonton, no Canadá, de 27 a 29 de julho.

 

 

 

Fonte: Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro ([email protected])

Passo a passo para tirar o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência

Procurando informações sobre como tirar o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência? Então você chegou no lugar certo. Acompanhe esse artigo e veja o passo a passo de como fazer isso.

As vagas para deficientes e idosos estão sempre envolvidas em polêmicas, geralmente, porque pessoas não possuem necessidade ou permissão para usá-las, ocupam-nas, tirando o direito das pessoas que realmente podem estacionar seus carros nelas.

Existem diferentes situações que podem permitir a uma pessoa o acesso a essas vagas, mas, independentemente do caso, para que essas vagas possam ser usadas, é preciso que se tenha um cartão de estacionamento para deficientes.

E, esse artigo foi criado exatamente para lhe mostrar como fazer para conseguir o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência. Acompanhe e descubra como proceder para ter acesso a esse direito.

Saiba o que é o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência!

O cartão para deficientes é uma permissão fornecida pelo poder público, que dá direito ao seu portador de estacionar em qualquer uma das milhões de vagas especiais existentes em praticamente todo o país.

Essas vagas são comumente marcadas pelo famoso símbolo internacional de acesso, e estão disponíveis para todas as pessoas que possuem problemas de mobilidade, sejam elas dependentes de cadeiras de rodas ou não, usuárias de aparelhos ou próteses ortopédicas, por um período temporário ou permanente, pessoas que tenham dificuldades para se locomover ou deficiência visual.

A requisição do cartão de estacionamento para pessoas com deficiência pode ser feita diretamente pelo portador da deficiência ou por uma pessoa nomeada como procurador legal do mesmo.

Veja o passo a passo para obter o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência

  • O primeiro passo para obter o cartão de estacionamento é se dirigir a unidade de atendimento do CIRETRAN OU DETRAN da sua cidade, com todos os documentos em mãos.
  • Feito isso, a unidade de atendimento procurada verificará toda a documentação entregue e se encarregará de produzir o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência, e entregá-lo ao solicitante.

Os prazos de entrega funcionam de maneiras diferentes em cada unidade, e é preciso que você se informe a esse respeito durante o atendimento. O cartão possui uma validade de cinco anos.

Documentos para solicitar o cartão

Para pedir o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência é preciso levar até a unidade de atendimento:

  • Carteira de habilitação;
  • Carteira de identidade;
  • Comprovante de endereço, no nome do solicitante;
  • Atestado médico que comprove a deficiência;
  • Formulário de requerimento do cartão, que deve ser preenchido pela internet e impresso.

Com exceção do último item que deve levar apenas a versão original, os demais documentos precisam ser apresentados na versão original e uma cópia.

Além de providenciar o cartão de estacionamento para pessoas com deficiência é interessante também poder contar com um seguro auto para deficientes. Assim, além de poder estacionar nas vagas que lhe são de direito, você não precisará se preocupar com problemas que possam lhe trazer prejuízos e garante um desconto nessa proteção também.

 

 

Por Jeniffer Elaina, redatora da Smartia Seguros

10 dicas para adaptar a casa para portadores de deficiência física

 

Algumas adaptações na casa onde moram pessoas com mobilidade reduzida são necessárias para tornar a vida mais fácil. Segundo a arquiteta Laurimar Coelho, é importante frisar que todo espaço destinado à pessoa com mobilidade reduzida ou mesmo com deficiência visual deve proporcionar a ela total autonomia.

 

O banheiro é um dos locais que exige mais modificações

 

Isso quer dizer que o cadeirante, o usuário de bengala ou andador deve contar com todos os dispositivos necessários para que ele mesmo execute qualquer atividade sem pedir a ajuda de outras pessoas. “Do contrário, trata-se de um espaço adaptado e não acessível”, explica a arquiteta.

Para o arquiteto Augdan Oliveira Leite, são estratégicos os corredores de acesso aos ambientes, que devem ter espaço para a passagem da cadeira de rodas, e o uso de barras de segurança no banheiro.

O arquiteto recomenda que o ambiente seja bem clean, sem muitos móveis, para facilitar a circulação. As áreas externas devem ter rampas e só devem ser usados pisos antiderrapantes.

No caso de um sobrado, Augdan disse que podem ser instalados elevadores monta-carga. Segundo o arquiteto, eles custam R$ 60 mil, em média, mas não ocupam muito espaço e a instalação é muito prática. “Para quem pode arcar com o custo, o benefício é proporcionar acesso fácil à parte de cima da casa”, avalia.

Dez dicas para adaptar a casa

Segundo Laurimar, a NBR 9050 da Associação Brasileira de Normas Técnicas trata exclusivamente do assunto e traz todas as referências a respeito das modificações em edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Veja as principais mudanças a serem feitas:

 

Em espaços públicos, como piscinas, a rampa deve oferecer ainda patamares de descanso

1- Pessoas que usam cadeiras de rodas ou mesmo andadores e bengalas e também com visão comprometida têm muita dificuldade para se locomover em pisos inclinados ou em espaços com escadas. Portanto, a primeira modificação é providenciar rampas e o nivelamento de pisos. Prefira sempre pisos antiderrapantes e elimine todos os tapetes da casa. No caso das rampas, há um padrão adequado para a sua construção. Do contrário, um cadeirante, por exemplo, não vai conseguir conduzir sozinho sua cadeira, pois não terá força suficiente para impulsioná-la em aclives e falta de segurança em declives. Uma rampa apropriada para cadeirante deve ter, no máximo, 8% de inclinação. Em espaços públicos, a rampa deve oferecer ainda patamares de descanso.

Em uma residência, a construção de rampas nem sempre é viável por conta da falta de espaço suficiente. Quanto maior o desnível, mais longa é a rampa. Neste caso, é preciso fazer um estudo detalhado do imóvel para oferecer patamares com espaço suficiente para um cadeirante poder manobrar sem risco de acidente. Há ainda a oferta de plataformas elevatórias, cadeiras elevatórias ou elevadores residenciais. Mas o custo é alto.

2- Corredores largos são essenciais também. Cadeirantes, pessoas com bengalas, muletas ou andadores precisam de, no mínimo, um metro para se locomoverem sem se chocar com as paredes.

Corredores largos e com barras também são essenciais para a locomoção dentro de casa

3- Para cadeirantes é essencial também utilizar portas mais largas – 90 cm no mínimo. O peitoril de janela pode baixar para 70 cm de altura para cadeirantes, mas não é ideal para idosos ou crianças que circulam bem.

4- Portas e janelas devem ter maçanetas e puxadores especiais para o caso de a pessoa não ter braços ou mãos com atividade plena. No caso de residência para cadeirante, aconselha-se ainda a proteção metálica ou reforçada para a parte inferior das portas. Isso aumenta sua vida útil, já que pequenas colisões da cadeira são inevitáveis.

 

Nos dormitórios, closet ou guarda-roupas devem ter projeto especial para facilitar o acesso a calçados e roupas e ainda contar com espaço para a circulação da cadeira

5- Nos dormitórios, prefira móveis de cantos arredondados para evitar ferimentos. Closet ou guarda-roupas devem ter projeto especial para facilitar o acesso a calçados e roupas. Acessórios que facilitam a manipulação e acomodação de cabides já existem no mercado. O ideal é contar com móveis de portas de correr, pois ocupam menos espaço e são mais práticas, em especial para os cadeirantes. Para eles, é preciso prever ainda o espaço de circulação da cadeira (1,5 metro x 1,5 metro é o mínimo para uma cadeira de rodas girar em seu próprio eixo). Ele deve ser suficiente para a manobra livre e a transferência da pessoa para a cama. Por isso, o ideal é que a cama não seja encostada na parede. O mesmo espaço é exigido nos banheiros.

6- Tomadas e principalmente interruptores de luz devem estar na altura adequada para o portador de deficiência alcançá-los. O ideal é fazer o projeto personalizado. Controles, botões, teclas e similares devem ser acionados através de pressão ou de alavanca.

7- No banheiro, os cuidados são redobrados. Além do piso antiderrapante é preciso providenciar barras de apoio. Mas antes de comprar tais barras, o consumidor deve estar atento à qualidade. As barras devem atender à Norma 9050 da ABNT – que estabelece dimensões e resistência apropriadas – e ainda às normas NBR 10283 e NBR 11003, que se referem à resistência à corrosão. As barras devem ser inteiramente de aço inox, incluindo suportes e parafusos de fixação sextavados. Do contrário, o risco de oxidação e de acidente é certo. As barras também devem ter empunhadura correta para evitar que a pessoa prenda o braço entre a alça e a parede, causando fratura.

 

No banheiro, além do piso antiderrapante, é preciso pôr barras de apoio (Foto: Laurimar Coelho)

8- Há no mercado inúmeros modelos de barras com as mais variadas funções. Em lojas especializadas há também suportes para lavatório, espelhos com inclinação (por ficar permanentemente sentado, o cadeirante tem dificuldade de utilizar espelhos planos), bancos articulados para banho (porque nem toda pessoa com mobilidade reduzida consegue tomar banho em pé), elevação para vaso sanitário (assentos mais altos para facilitar a transferência da cadeira para o vaso sanitário) e metais sanitários (torneiras, registros etc.) com sistema de acionamento diferenciado.

Projetos mais sofisticados oferecem ainda a instalação nos banheiros de sistema de comunicação interna na residência – interfone – para casos de emergência.

A recomendação é para a utilização de fogões, fornos ou cooktops elétricos

9- Na cozinha, um bom projeto deve dar garantia de circulação segura, aproximação e alcance dos utensílios. As pias devem possuir altura de no máximo 85 centímetros, com altura livre de, no mínimo, 73 centímetros. Bancada posicionada no centro da cozinha confere maior praticidade, principalmente se o fogão ou cooktop estiver nela – o acesso às bocas fica mais fácil. O melhor é utilizar fogões, fornos ou cooktops elétricos, pois, sem a presença do fogo na cocção, o trabalho torna-se mais seguro.

10- Além dos pisos antiderrapantes, se a pessoa sofrer de deficiência visual, uma boa solução é usar materiais de cores contrastes para alertar sobre a presença de degraus ou qualquer outra alteração no piso ou ainda nas paredes. Para estes usuários é importante também o uso adequado de texturas nas paredes. Mas, no geral, é correto evitar revestimentos ásperos que podem machucar.

 

Fonte: Zap Imoveis

Dicas para dirigir com segurança um carro adaptado

 

Se você vai comprar e mandar adaptar o seu veículo, anote as dicas que selecionamos para dirigir com segurança um carro adaptado. Mas antes, saiba como esse tipo de veículo funciona para que você dirija com mais tranquilidade. Confira!

Como escolher um carro adaptado

As pessoas com deficiência física ainda encontram muitas dificuldades ao tentar executar diferentes tarefas e dirigir é uma delas. O primeiro empecilho é na hora de escolher o carro adaptado, já que é preciso aliar um bom preço com as características que querem encontrar no veículo.

Por ser um público com necessidades especiais, não são todos os veículos disponíveis para a população geral que suprem suas necessidades. Mas o que precisa ter um carro adaptado? No geral:

  • Modelos que são adaptados de acordo com a deficiência do motorista;
  • Carros que vêm com câmbio automático e comandos elétricos para espelhos, setas, faróis, vidros e travas.

Como o próprio nome já diz, ele precisa ser adaptado ao motorista. Existem diferentes modelos no mercado e cada um conta com características diversas. Entre elas:

  • Alavanca de freio e acelerador;
  • Volante adaptado para manobras, com alça para encaixar as mãos ou pinos para os dedos ou punhos e até mesmo acelerador;
  • Banco móvel, ou seja, que sai para fora do veículo;
  • Banco giratório;
  • Breque de mão, que pode ser acionado com um toque;
  • Abertura da porta adaptada ao motorista;
  • Elevador acoplado para o motorista entrar no carro;
  • Rampa que ajuda o motorista a entrar no veículo.

Conhecer essas características é importante para saber do que você precisa e poderá ter em um carro adaptado. Considere não abrir mão de nenhum item essencial, isso garantirá sua segurança e de outras pessoas.

É fato que as pessoas com deficiência física se deparam com o problema do alto custo ao comprar o veículo que atenda às suas necessidades, mas existem formas de pagar menos em um carro adaptado. Solicitar a isenção de vários impostos é uma das maneiras de reduzir o custo.

Como dirigir com segurança um carro adaptado

Depois de comprar o veículo com todos os itens que você precisa e adaptações necessárias às suas necessidades, é importante dirigir com segurança. Em relação aos carros comuns, os carros adaptados exigem mais atenção, principalmente se você ainda não está acostumado com o veículo.

Na maioria dos casos, é preciso ter bastante coordenação para movimentá-lo até pegar o “jeito” do veículo. Mas fique tranquilo, pois o carro foi adaptado para que você tenha conforto e segurança.

E para que você fique mais seguro ao dirigir o seu carro adaptado, selecionamos essas dicas:

  1. Treine com a alavanca “puxa-empurra”

Ela é sensível, então, use-a suavemente. Nos primeiros dias de uso do veículo, vá com calma para se aperfeiçoar e não confundir o “empurrar”, frear, com o “puxar”, empurrar, a alavanca.

  1. Ajuste a altura do volante

Antes de ligar o veículo, ajuste a altura do volante para que o mesmo não dificulte o uso de alguns comandos.

  1. Mantenha o encosto do banco ereto

Quanto mais ereto ele ficar, mas fácil será manejar o veículo, principalmente usar a alavanca.

  1. Treine seus reflexos

Treine os seus reflexos para não correr o risco de inverter os comandos e acabar sofrendo um acidente.

  1. Faça revisões periódicas

A manutenção periódica é essencial para todos os veículos e os carros adaptados não fogem à regra. Ao adaptar o veículo você deve fazer a revisão após atingir 5.000 km rodados.

  1. Rode mais devagar

O velho ditado “Devagar e sempre” deve ser considerado por todos os motoristas. Para você que está se habituando ao carro adaptado, ele deve soar como uma regra. Mas não adianta apenas reduzir a velocidade, você precisa se atentar à segurança e ter bastante cautela.

 

 

Por: Andreia Silveira.

 

Médica supera acidente, 27 cirurgias e amputação da perna para voltar ao trabalho: ‘Nunca pensei em desistir’

 

A paixão pela medicina ajudou Bárbara Fernandes Carrasco da Silva, de 34 anos, superar seu maior desafio: a luta pela vida. Vítima de um acidente em setembro de 2016, quando foi arrastada por um ônibus na Rodovia Campinas-Mogi, ela permaneceu 4 meses na UTI, enfrentou 27 cirurgias e teve a perna direita amputada. Há um mês, foi liberada para voltar a trabalhar e nesta segunda (21) atuava no Centro de Saúde Nova Veneza, em Sumaré (SP): “Nunca pensei em desistir”, avisou.

A médica contou que a vontade de voltar ao trabalho foi fundamental em sua recuperação. “Ajudou muito até o psicológico. Queria voltar o quanto antes, me sentir útil. É bom saber que consigo continuar trabalhando”.

Bárbara explica que não havia outra opção senão retomar a carreira na medicina, fruto de anos de estudo e dedicação.

“No início foi muito difícil e dolorido, fiquei muito triste, mas o apoio da minha família, marido e amigos, além do amor pela medicina foram minha fortaleza e incentivo para superar as barreiras.”

A profissional tirou do momento trágico lições para a vida, e usa sua história de superação como exemplo para outras pessoas.

“É importante que, apesar de ser uma tragédia, não é o fim de tudo. É possível darmos a volta por cima e superar tudo, vivendo normalmente e sem privações”.

Especialista em cirurgia infantil, Bárbara atuará, em um primeiro momento, longe das mesas de cirurgia. “Como ainda não utilizo prótese, não poderia fazer alguns procedimentos, que demoram cinco, seis horas. Atuo na parte ambulatorial de cirurgia infantil, no Hospital da PUC, e como clínica geral em Sumaré”, completa.

FONTE: G1

8 dicas de viagens para pessoas com deficiências

 

A maioria das viagens exigem planejamento, mas para amputados, geralmente levar mais tempo e preparação do que para aqueles sem deficiência.

Felizmente há inúmeras pesquisas para ajudar amputados a tornar a viagem dos seus sonhos o mais suave possível.

Embora existam inúmeras orientações, dependendo do modo de transporte, aqui estão as 10 melhores amputadas que as pessoas devem seguir ao sair da cidade:

  1. Verifique sua prótese antes de sair

Ao examinar sua prótese, procure por estes sinais de alerta:

  • Rachaduras
  • Lágrimas no forro
  • Peças soltas
  • Sons estranhos (estes poderiam significar uma peça quebrada ou desgastada)

Se você notar qualquer um deles, peça ao seu técnico para consertá-lo antes da sua viagem. Também é importante limpar sua prótese com um sabonete neutro e sem perfume e uma toalhinha antes de sair.

  1. Pacotes extras
  • Ao compilar uma lista do que levar com você, inclua esses itens:
  • Meias extras para sua prótese
  • Fita para reparar fivelas
  • Liner extra
  • Kit de ferramentas com chave de fenda
  • Sacos de plástico para colocar em torno de uma prótese quando estiver perto de areia ou água
  1. Leve os números de telefone

Caso algo aconteça com sua prótese, é sempre útil ter o número de telefone e o endereço de e-mail do seu protesista com você. Também é uma boa ideia obter os nomes e números de prosthetists na área onde você está de férias.

  1. Se for viajar de avião, solicite um assento de anteparo

O que é o assento de anteparo? São assentos que ficam diante de uma divisória no avião. Assentos de anteparo fornecem mais espaço para entrar e sair, e geralmente são reservados para viajantes com deficiências. Se não houver nenhum disponível, reserve um assento no corredor próximo à frente do avião, mas que não esteja na fila de saída de emergência. Quando você estiver prestes a embarcar no avião, você também pode pedir ajuda a um comissário de bordo para proteger os assentos das anteparas.

  1. Peça assistência para cadeira de rodas

Mesmo se você for capaz de caminhar até o seu voo, a assistência em cadeira de rodas pode ser benéfica. Você pode solicitá-lo quando reservar um voo ou despachar qualquer bagagem. A assistência para cadeira de rodas o levará para a frente da fila na alfândega e, se você tiver uma prótese de perna, também poderá salvá-lo de uma caminhada extenuante se precisar conectar voos e / ou se estiver em um grande aeroporto.

  1. Use roupas soltas e tenha uma carta do seu protético

Roupas soltas e sapatos deslizantes facilitarão a segurança do aeroporto e mostrarão a qualquer pessoa sua prótese, se necessário. Ter uma carta do seu médico ou especialista em prótese descrevendo sua necessidade de uma prótese também é útil caso um agente aeroportuário questione sua deficiência.

  1. Pergunte sobre o seu quarto de hotel

Ao reservar um quarto de hotel, certifique-se de obter o maior número de detalhes possível, especialmente se precisar de um quarto acessível a cadeiras de rodas. Primeiro, peça para falar com alguém que tenha estado nos quartos e os conheça bem. Como você está solicitando informações, evite perguntas do tipo “sim” ou “não”. Se puder, coloque um quarto o mais próximo possível do primeiro andar, pois os elevadores são desligados durante uma emergência. Por fim, antes de fazer o check-in, peça para ver seu quarto para garantir que é o esperado.

  1. Mantenha a calma e conheça seus direitos

Viajar com uma prótese pode ser frustrante, mas se você se preparar e se mantiver calmo em situações difíceis, a maioria dos problemas pode ser resolvida. No entanto, se alguém fizer com que você se sinta desconfortável ou pareça estar extrapolando seus limites ao inspecionar sua prótese, expresse suas preocupações.

Se um hotel perder a sua reserva ou o quarto do hotel não for do seu agrado, pergunte ao hotel o que eles farão a respeito. Fale com um gerente, se necessário. Acima de tudo, lembre-se de se divertir – você está de férias, afinal.